A Estética da Imperfeição e o Paradoxo da Perfeição Sintética: Uma Análise Multidimensional da Fadiga por Inteligência Artificial e a Crise de Autenticidade no Ecossistema Digital

A convergência acelerada entre a inteligência artificial (IA) generativa e o cotidiano humano estabeleceu uma nova fronteira na produção de conhecimento, arte e comunicação. No entanto, o entusiasmo inicial com a eficiência algorítmica deu lugar a um fenômeno complexo e crescente: a fadiga de conteúdo sintético. Este fenômeno não decorre necessariamente de falhas técnicas ou resultados rudimentares, mas, paradoxalmente, da própria natureza “perfeita” e estatisticamente otimizada dessas produções. O presente relatório investiga as raízes psicológicas, neurocientíficas e estéticas dessa aversão, explorando como a ausência de falibilidade humana e de esforço percebido gera um desengajamento cognitivo profundo. Através de uma análise fundamentada em estudos de instituições como o MIT Media Lab, a IEEE e a ACM, bem como na literatura clássica de metodologia de pesquisa e filosofia da tecnologia, este trabalho busca compreender o valor da imperfeição na era da hiper-otimização digital.

1. O Paradoxo da Perfeição: Do Vale da Estranheza à Aversão Algorítmica

A relação da humanidade com a inteligência artificial tem sido historicamente marcada por uma oscilação entre a utopia e a distopia, uma tensão refletida no cinema desde Metropolis (1927) até obras contemporâneas como Her (2013) e Ex Machina (2014).1 Esses filmes funcionam como válvulas de pressão cultural, permitindo o processamento de ansiedades relacionadas à autonomia, vigilância e risco existencial.1 No entanto, a realidade atual transcende a ficção, manifestando-se em uma “fadiga de IA” que descreve o sentimento de sobrecarga persistente diante da confrontação constante com sistemas automatizados e seus produtos.2

O conceito de “Vale da Estranheza” (Uncanny Valley), proposto por Masahiro Mori, postula que, à medida que um objeto artificial se torna quase idêntico ao ser humano, ele evoca sentimentos de repulsa em vez de empatia.1 Embora originalmente aplicado à robótica e ao CGI, este fenômeno agora se expande para a produção de texto e imagem. A perfeição sintética — caracterizada por uma ausência de hesitações, erros contextuais sutis e idiossincrasias biológicas — é percebida pelo cérebro humano como inautêntica e, consequentemente, inquietante. A aversão algorítmica surge quando os indivíduos preferem julgamentos ou criações de especialistas humanos, mesmo quando os algoritmos demonstram uma precisão superior.3

Esta aversão é alimentada por uma expectativa heurística de desempenho consistente da máquina.5 Quando uma IA falha, a frustração é desproporcionalmente maior do que diante de uma falha humana, um processo que reforça a desconfiança sistemática.5 No entanto, é a ausência de erro que, em última análise, gera o cansaço. A percepção de que um conteúdo foi gerado sem esforço ou “luta” humana remove a camada de significado que o público associa à criatividade.6 A arte e a comunicação humanas são inerentemente ligadas à experiência vivida, ao sofrimento e ao triunfo, elementos que a IA, operando em padrões probabilísticos, não consegue emular autenticamente.6

Tabela 1: Comparativo de Percepção entre Conteúdo Humano e Sintético

AtributoConteúdo Gerado por HumanosConteúdo Gerado por IA
Qualidade Percebida65% consideram superior ou levemente superior.714% consideram superior.7
AutenticidadeBaseada em experiência vivida e contexto emocional.6Baseada em padrões estatísticos e dados frios.8
Esforço PercebidoAltamente valorizado como critério de mérito.9Desvalorizado pela natureza “sem esforço” da geração.6
Conexão PessoalValorizada por 41% dos consumidores.10Percebida como uma lacuna de “alma” ou propósito.11
ConfiançaAlta em contextos de alta subjetividade (ex: relações).12Baixa em contextos subjetivos; alta em tarefas técnicas.12

A análise da Tabela 1 revela que a preferência pelo toque humano não é meramente nostálgica, mas sim uma resposta à falta de originalidade percebida nos produtos de IA, especialmente em contextos de baixa inovação.13 Quando a IA é utilizada para criar o “médio” ou o “comum”, a aversão é maximizada.

2. Metodologia de Pesquisa: Integrando Abordagens Quantitativas e Qualitativas

Para investigar a complexidade da fadiga de IA, este relatório adota uma estrutura metodológica inspirada nos princípios de Roberto Hernández Sampieri, especificamente o enfoque misto.14 Sampieri defende que a realidade não é unidimensional e que o desafio da pesquisa científica é lidar com fenômenos complexos através da triangulação de dados.16

Neste estudo, aplicou-se um design explanatório sequencial (DEXPLIS), onde os dados quantitativos sobre tráfego de bots e atividade cerebral são coletados e analisados primeiro, seguidos por uma análise qualitativa das percepções estéticas e filosóficas que ajudam a explicar os resultados numéricos.18 A justificativa para este método reside na premissa de que nem os números de engajamento nem as teorias estéticas, isoladamente, capturam a totalidade da aversão do usuário à perfeição sintética.20

Tabela 2: Estrutura Metodológica Baseada em Sampieri

FaseMétodoFonte de Dados / InstrumentoObjetivo
QuantitativaPesquisa Documental e ExperimentalRelatórios Imperva, Estudos do MIT Media Lab (EEG/Memória).21Medir o impacto técnico da IA na cognição e no ecossistema digital.
QualitativaRevisão Teórica e Análise de ConteúdoLiteratura sobre Vale da Estranheza, Wabi-Sabi e Glitch Art.23Compreender as razões psicológicas por trás dos dados de aversão.
IntegraçãoTriangulação de DadosCruzamento de taxas de erro algorítmico com sentimentos de fadiga.2Explicar como a “perfeição” técnica se traduz em exaustão humana.

A aplicação rigorosa desta metodologia permite que este relatório transcenda a mera observação de tendências, fornecendo uma visão holística da crise de autenticidade atual. Conforme destacado por Maiquel Gomes, a inteligência artificial não deve ser vista apenas como um “papagaio estocástico”, mas como parte de sistemas interligados onde o significado emerge da funcionalidade e da integração com o contexto humano.8

3. Impacto Neurocientífico: Atrofia Cognitiva e a Dívida de Memória

A promessa da IA de libertar o trabalhador de tarefas repetitivas e “fáceis” resultou, na prática, em um efeito colateral preocupante: o enfraquecimento das capacidades de pensamento crítico e memória. Um estudo seminal do MIT Media Lab, liderado pela Dra. Nataliya Kosmyna, investigou o impacto do uso de modelos de linguagem (LLMs) como o ChatGPT na escrita de ensaios acadêmicos.21

Os resultados revelaram uma hierarquia clara de engajamento cerebral. O grupo que trabalhou exclusivamente com suas próprias faculdades mentais apresentou a maior atividade cerebral (medida por EEG) e a melhor recordação de memória.25 Em contraste, o grupo que dependeu inteiramente da IA para a redação demonstrou os níveis mais baixos de conectividade neural e recordação.21 Um dado alarmante do estudo aponta que 83% dos estudantes que utilizaram a IA não conseguiram se lembrar de pontos-chave de seus próprios textos, nem fornecer citações precisas de um trabalho que supostamente haviam “co-criado”.21

A Dívida Cognitiva e a Conectividade Neural

A pesquisa sugere a existência de uma “dívida cognitiva” acumulada pelo uso excessivo de ferramentas de assistência. Participantes que primeiro utilizaram o cérebro para estruturar ideias e depois usaram a IA para polimento mantiveram alta conectividade neural.25 Contudo, aqueles que começaram com a IA e depois tentaram realizar tarefas sozinhos mostraram uma conectividade significativamente enfraquecida, indicando um efeito residual de preguiça mental que persiste mesmo após a cessação do uso da ferramenta.21

Este fenômeno está diretamente ligado à percepção de propriedade. Quando a IA faz o “trabalho pesado”, o indivíduo perde o senso de agência sobre o resultado.26 Se não há lembrança do processo, não há sentimento de autoria, e se não há autoria, o interesse emocional no conteúdo desaparece. Este ciclo de desengajamento é a base neurofisiológica da fadiga de IA: o cérebro, projetado para economizar energia, entra em um estado de “piloto automático” que, a longo prazo, leva à diminuição das habilidades de aprendizado.21

4. O Fenômeno da “Internet Morta” e a Ascensão do “AI Slop”

A fadiga de conteúdo não é apenas uma questão de preferência estética, mas uma resposta a uma mudança estrutural na internet. A “Teoria da Internet Morta” sugere que a rede deixou de ser um espaço de interação humana genuína para se tornar um ecossistema dominado por bots, conteúdo gerado por IA e algoritmos corporativos.11 Dados do relatório “2025 Bad Bot Report” da Imperva confirmam que 51% de todo o tráfego da internet é agora gerado por bots, superando pela primeira vez a atividade humana.22

AnoTráfego HumanoTráfego de Bots (Total)Tendência
202157.7%42.3%Crescimento de bots de scraping para treino de IA.22
202252.6%47.4%Introdução massiva de LLMs generativos.22
202350.4%49.6%Equilíbrio entre humanos e máquinas.22
202449.0%51.0%Predomínio de atividades automatizadas.22
202546.0% (Est.)54.0% (Est.)Expansão de agentes autônomos.28

Esta saturação resultou na proliferação do chamado “AI Slop” — conteúdo de baixa qualidade, produzido em massa, muitas vezes surreal ou grotesco, cujo único objetivo é capturar cliques e monetizar impressões.29 No YouTube, em julho de 2025, quase 10% dos canais com crescimento mais rápido consistiam exclusivamente em vídeos gerados por IA.29 Esse dilúvio de conteúdo sintético gera uma “monocultura estética” onde tudo parece igual, soa igual e, consequentemente, perde o significado.11

O efeito mais perverso desse excesso é o “colapso do modelo”. Como os modelos de IA estão sendo treinados em uma web cada vez mais poluída por produções de IAs anteriores, as saídas tornam-se progressivamente homogêneas, estatisticamente distorcidas e propensas a alucinações.29 A internet está se tornando um “circuito fechado de alucinação digital”, onde os sinais de verdade e autenticidade são perdidos no ruído sintético.28

5. Aversão à Perfeição e o Resgate do Erro como Valor Estético

A psicologia social oferece uma explicação fascinante para o cansaço gerado pela perfeição da IA: o “Efeito Pratfall”. Este conceito sugere que a atratividade de uma pessoa (ou sistema) aumenta quando ela comete um pequeno erro, pois isso a torna mais humana e relacionável.31 A IA, ao tentar evitar todos os erros e oferecer respostas sempre “polidas”, elimina essa oportunidade de conexão empática.

Em resposta a essa higienização digital, observa-se um ressurgimento de estéticas que celebram o imperfeito. A filosofia japonesa do Wabi-Sabi, que encontra beleza na impermanência, na assimetria e nas marcas do tempo, está sendo aplicada ao design de novas tecnologias para combater a frieza algorítmica.23 Experimentos em ambientes de Realidade Virtual mostraram que, ao remover a função de “desfazer” (undo) e limitar a quantidade de tinta virtual, os artistas sentem uma maior satisfação e presença, pois são forçados a aceitar e trabalhar com seus erros, assim como na arte analógica.32

A “Estética da Imperfeição” ou Glitch Art também ganha relevância como estratégia de resistência.24 Ao transformar falhas de sistema, ruídos visuais e erros de processamento em elementos de design, os criadores desafiam a noção de perfeição digital e forçam o espectador a refletir sobre a materialidade da tecnologia.24 Jakko Kemper argumenta que a busca pela “ausência de fricção” (frictionlessness) no Vale do Silício é uma forma de anestesia cognitiva que oculta os custos ambientais e laborais da tecnologia.36 A imperfeição, portanto, atua como uma forma necessária de fricção que nos reconecta à realidade e à finitude dos recursos terrestres.36

Tabela 3: Comparação de Paradigmas Estéticos

CaracterísticaParadigma da Perfeição Sintética (IA)Paradigma da Imperfeição Autêntica (Humano/Wabi-Sabi)
ObjetivoEliminar erros, otimizar resultados.Celebrar a vulnerabilidade e o processo.
Resposta do UsuárioAdmiração inicial seguida de fadiga e desconfiança.Conexão emocional profunda e duradoura.
Natureza do ConteúdoHomogêneo, estatisticamente “médio”.Único, idiossincrático, carregado de história.
Valor SocialEficiência, baixo custo, escala.Autenticidade, cuidado, sustentabilidade.
Exemplo TécnicoTransformers com pesos congelados.Redes Neurais Líquidas adaptativas.8

6. Discussão: Do “Papagaio Estocástico” à IA Funcional e Adaptativa

A crítica clássica à IA, popularizada pelo termo “Stochastic Parrots” (Papagaios Estocásticos), argumenta que os grandes modelos de linguagem apenas replicam padrões probabilísticos sem compreensão real.8 No entanto, o debate atual, conforme articulado por Maiquel Gomes, sugere uma evolução para sistemas interligados que utilizam técnicas como RAG (Retrieval-Augmented Generation) para ancorar a geração em dados reais e externos, reduzindo alucinações e aumentando a utilidade prática.8

Ainda assim, o problema da fadiga persiste porque a arquitetura predominante de IA ainda é baseada em pesos estáticos. Uma fronteira promissora para tornar a IA mais “humano-agradável” e menos artificialmente perfeita são as Redes Neurais Líquidas.8 Diferente dos Transformers tradicionais, estas redes são baseadas em equações diferenciais que permitem o ajuste contínuo dos neurônios em resposta a novos dados durante o tempo de execução. Esta plasticidade sináptica artificial mimetiza a adaptabilidade do sistema nervoso biológico, oferecendo uma forma de inteligência mais “fluida” e menos mecânica.8

O desafio para as marcas e criadores na era da saturação de IA será capturar o “dividendo da autenticidade”. Com 90% dos ouvintes preferindo mídia criada por humanos e marcas como Coca-Cola enfrentando críticas por campanhas geradas inteiramente por IA, o mercado está sinalizando que a perfeição não é o objetivo final.37 A confiança está se tornando o recurso mais escasso; usuários estão abandonando a web aberta em favor de “jardins murados” como o Substack, servidores privados de Discord e boletins informativos curados por humanos, onde a procedência do conteúdo pode ser verificada.30

7. Conclusão: O Valor do Humano em um Mundo de Perfeição Infinita

A geração de conteúdo com IA não gera cansaço por ser ruim, mas por ser desumanamente eficiente. O cérebro humano, moldado por milênios de evolução para detectar intenções sociais, vulnerabilidades e esforços, reage com desconfiança e apatia diante de uma torrente de perfeição estatística sem propósito. A fadiga de IA é um sinal de alerta de que estamos negligenciando a nossa “ecologia da atenção”.

Como demonstrado através da metodologia de Sampieri e das evidências neurocientíficas do MIT, o uso indiscriminado da IA leva à atrofia cognitiva e à perda do senso de autoria. O “AI Slop” e a “Internet Morta” ameaçam transformar o nosso principal meio de comunicação em um deserto de significados reciclados. Portanto, o futuro da inteligência artificial não deve ser a busca por uma perfeição cada vez mais polida, mas sim o desenvolvimento de sistemas robustos, confiáveis e resilientes que saibam coexistir com a falibilidade humana.38

A aceitação da imperfeição — seja através da estética Wabi-Sabi, da valorização do erro ou do uso de arquiteturas neurais mais dinâmicas — é essencial para restaurar o equilíbrio entre tecnologia e humanidade. Em um mundo onde o conteúdo perfeito é infinito e custa quase zero, a verdadeira luxúria e o verdadeiro valor residirão naquilo que é limitado, imperfeito e inequivocamente humano. A inteligência artificial deve servir como uma extensão das capacidades humanas, um co-piloto que nos desafie a pensar mais, e não uma muleta que nos faça esquecer como criar..6

Referências citadas

  1. Artificial Intelligence Movies and How They Reprogram Reality – tasteray.com, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.tasteray.com/articles/artificial-intelligence-movies
  2. AI fatigue: When artificial intelligence makes you tired – Computing UK, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.computing.co.uk/feature/2026/when-artificial-intelligence-makes-you-tired
  3. ROBOPHOBIA – University of Colorado – Law Review, acessado em fevereiro 22, 2026, https://lawreview.colorado.edu/wp-content/uploads/2022/03/8.-Woods.pdf
  4. Robophobia – University of Colorado – Law Review, acessado em fevereiro 22, 2026, https://lawreview.colorado.edu/print/robophobia/
  5. How do people react to AI failure? Automation bias, algorithmic aversion, and perceived controllability – ResearchGate, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.researchgate.net/publication/365423434_How_do_people_react_to_AI_failure_Automation_bias_algorithmic_aversion_and_perceived_controllability
  6. When AI Makes Art Effortless, What’s Left? – Psychology Today, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.psychologytoday.com/us/blog/the-digital-self/202502/when-ai-makes-art-effortless-whats-left
  7. AI is Reshaping Content Marketing: Key 2025 Insights, acessado em fevereiro 22, 2026, https://eminence.ch/en/ai-content-marketing/
  8. Maiquel Gomes: Home, acessado em fevereiro 22, 2026, https://maiquelgomes.com.br/
  9. Tyler Calkin explores generative AI and creativity | University of Nevada, Reno, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.unr.edu/nevada-today/news/2025/atp-ai-generated-art
  10. Truth: people value what they know most – Baringa, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.baringa.com/en/insights/balancing-human-tech-ai/truth/
  11. Bots, AI Slop, and the Disappearing Realness of the Internet | by Chris Danforth | Medium, acessado em fevereiro 22, 2026, https://medium.com/@chrisdanforth-77785/bots-ai-slop-and-the-disappearing-realness-of-the-internet-359d8d01085b
  12. UC Berkeley – eScholarship.org, acessado em fevereiro 22, 2026, https://escholarship.org/content/qt7r95p7c7/qt7r95p7c7.pdf
  13. AI vs. human design in fashion: critical role of product innovativeness in shaping consumer attitudes – Emerald Publishing, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.emerald.com/jfmm/article/30/2/390/1317186/AI-vs-human-design-in-fashion-critical-role-of
  14. Metodologia de Pesquisa – +A Educação, acessado em fevereiro 22, 2026, https://loja.grupoa.com.br/metodologia-de-pesquisa-p990541
  15. Metodologia Da Pesquisa e Do Trabalho Científico | PDF – Scribd, acessado em fevereiro 22, 2026, https://pt.scribd.com/document/852442717/Metodologia-Da-Pesquisa-e-Do-Trabalho-Cientifico
  16. (PDF) 57183 – Pesquisa cientifica para iniciantes.indd – ResearchGate, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.researchgate.net/publication/387055769_57183_-_Pesquisa_cientifica_para_iniciantesindd
  17. Abordagem mista em teses de um programa de pós-graduação em educação: análise à luz de Creswell – SciELO, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.scielo.br/j/ep/a/f6M7smg8gPMxZDGcsDnHFww/?lang=en
  18. Sexual behavior of university students in the context of the COVID-19 pandemic: a mixed-methods study – PMC, acessado em fevereiro 22, 2026, https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10843313/
  19. Mixed methods approach in the theses of a postgraduate program in education: analysis in the light of Creswell, acessado em fevereiro 22, 2026, http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022021000100761&lng=pt&nrm=iso&tlng=en
  20. Article The Acquisition of Didactic-Pedagogic Skills by Higher Education Teachers, acessado em fevereiro 22, 2026, https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/riesup/article/download/8655869/21529/60929
  21. New MIT study suggests that too much AI use could increase cognitive decline, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.nextgov.com/artificial-intelligence/2025/07/new-mit-study-suggests-too-much-ai-use-could-increase-cognitive-decline/406521/
  22. Dead internet theory is a fact. Bots now outnumber people online | Reporterzy.info, acessado em fevereiro 22, 2026, https://reporterzy.info/en/5234,dead-internet-theory-is-a-fact-bots-now-outnumber-people-online
  23. Social Robot Design and the Aesthetics of Imperfection – ResearchGate, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.researchgate.net/publication/385119752_Social_Robot_Design_and_the_Aesthetics_of_Imperfection
  24. (PDF) The Aesthetics of Imperfection: A Theoretical Evaluation of the Meaning Layers of Glitch Aesthetics in Communication Design and Cinema – ResearchGate, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.researchgate.net/publication/398300557_The_Aesthetics_of_Imperfection_A_Theoretical_Evaluation_of_the_Meaning_Layers_of_Glitch_Aesthetics_in_Communication_Design_and_Cinema
  25. CNN: AI’s Effects On The Brain – MIT Media Lab, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.media.mit.edu/articles/a-i-s-effects-on-the-brain/
  26. Tuesday Nov 11, 2025 by The San Juan Daily Star – Issuu, acessado em fevereiro 22, 2026, https://issuu.com/thesanjuandailystar/docs/tuesday_nov_11_2025
  27. (PDF) The Dead Internet Theory: A Survey on Artificial Interactions and the Future of Social Media – ResearchGate, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.researchgate.net/publication/387764031_The_Dead_Internet_Theory_A_Survey_on_Artificial_Interactions_and_the_Future_of_Social_Media
  28. Dead Internet Theory: How AI Broke Online Truth – Galaxy, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.galaxy.com/insights/perspectives/dead-internet-theory-collapse-online-truth
  29. AI Slop, AI Noise, and the Urgent Need for Digital Trust in an Agent-Flooded Internet, acessado em fevereiro 22, 2026, https://medium.com/spherity/ai-slop-ai-noise-and-the-urgent-need-for-digital-trust-in-an-agent-flooded-internet-5ae506d32350
  30. Dead Internet Theory Proven: 51% Bot Traffic in 2026 | byteiota, acessado em fevereiro 22, 2026, https://byteiota.com/dead-internet-theory-proven-51-bot-traffic-in-2026/
  31. Ethnographic Mind – Exploring Ethnographic Thinking in All its Forms, acessado em fevereiro 22, 2026, https://ethnographicmind.com/
  32. Wabi Sabi in Virtual Reality sketching: toward a digital creator’s posture change, acessado em fevereiro 22, 2026, https://discovery.researcher.life/article/wabi-sabi-in-virtual-reality-sketching-toward-a-digital-creator-s-posture-change/82ef212b098430a58c96d2285abd9184
  33. Wabi-Sabi in Virtual Reality Sketching: Toward a Digital Creator’s Posture Change, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.researchgate.net/publication/392156956_Wabi-Sabi_in_Virtual_Reality_Sketching_Toward_a_Digital_Creator’s_Posture_Change
  34. The Aesthetics of Imperfection: A Theoretical Evaluation of the Meaning Layers of Glitch Aesthetics in Communication Design and Cinema | CINEJ Cinema Journal, acessado em fevereiro 22, 2026, https://cinej.pitt.edu/ojs/cinej/article/view/905
  35. Full article: Transparent to whom? No algorithmic accountability without a critical audience, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/1369118X.2018.1477967
  36. Frictionlessness: The Silicon Valley Philosophy of Seamless Technology and the Aesthetic Value of Imperfection: Thinking Media Jakko Kemper Bloomsbury Academic, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.bloomsbury.com/ca/frictionlessness-9798765104415/
  37. Brands Turn to “Human-Only Content” Amid AI Saturation – Mexico Business News, acessado em fevereiro 22, 2026, https://mexicobusiness.news/cloudanddata/news/brands-turn-human-only-content-amid-ai-saturation
  38. The Right to Be Wrong? Human Fallibility Versus AI Perfection – IEEE Computer Society, acessado em fevereiro 22, 2026, https://www.computer.org/csdl/magazine/co/2025/11/11219690/2bbyn087vuU
  39. Is AI dulling our minds? – Harvard Gazette, acessado em fevereiro 22, 2026, https://news.harvard.edu/gazette/story/2025/11/is-ai-dulling-our-minds/
  40. The Cognitive Cost of AI: How AI Anxiety and Attitudes Influence Decision Fatigue in Daily Technology Use – PMC, acessado em fevereiro 22, 2026, https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12367725/

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *